quinta-feira, 12 de maio de 2016

Feliz?


Eu tenho um jeito estranho de pensar. Penso positivo de tudo, penso que as cosias podem dar certo mesmo longe do fim perfeito.

Eu acredito, e acredito porque há uma força dentro de mim, leia bem, dentro de mim, que me faz sentir essa crença.

Eu fui o espermatozoide mais rápido, e logo estava engatinhando e alegrando, depois resolvi brincar de viver, onde a vida não seria uma eterna cobrança, uma eterna conjunção de coisas obrigatórias.

Brinquei demais, corri, pulei, vibrei, me quebrei, vivenciei.

Uma vez, um problema de matemática me atormentava, me enxia a cabeça, eu preso ali e aquele “bendito” Marcelo que não saia da venda com um monte de chicletes baratos. Aquilo me fez entender a matemática, e também o português, historia, geografia, enfim, entender que sempre vai ter um problema me enchendo o saco.

E me enche o saco porque eu quero, mais que demais, ser feliz, e ai vem alguma coisa e quer tirar meu sono, minha paciência, minha felicidade. Felicidade incomoda, eu sei, mas eu incomodo muito mais.

Os problemas sempre vão surgir, mas se eu fizer deles o meu principal ideal no dia, tudo irá por água abaixo, não posso.

Preciso sorrir, preciso amar, preciso conviver, preciso precisar de precisões, mas no tempo de cada uma, o meu eu faço, mas tenho que aguardar o outro também, seja para ajudar ou não.

 

Um comentário:

  1. Se não houver problemas jamais teremos que nos mexer em prol da solução. A vida deixa de ter graça.

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É legal expor o que pensamos, eu já fiz a minha parte e você está fazendo a sua agora, e eu agradeço.