sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Onde iremos parar?

Formei-me em ciências da computação. Meu TCC era sobre Inteligência Artificial, onde eu defendia que os robôs logo estariam nas ruas para fazerem as mais variadas tarefas. Estudei sobre o assunto, vi sua crescente e hoje, me muitos lugares, as maquinas ocupam o lugar do Homem.

Sei que com isso vemos pessoas perderem seus empregos, mudarem de ramo e por ai vai, mas também vejo que as pessoas não sabem usar a tecnologia a seu favor.

as redes sociais tomaram conta da vida das pessoas, elas vivem conectadas ali, esquecendo o sabor de estar lado a lado com as pessoas reais, o grande avanço tecnológico, que nos faz caminhar com uma “arma” capaz de pagar contas, tirar fotos, mostrar onde estamos monitorando nossos passos, entre outras coisas, está nos deixando mais burros e desumanos.

tudo é motivo para um registro, a comida, o lugar inusitado, a chuva, o sol. Mas e o cara que recentemente tirou uma selfie com o ladrão? Fiquei imaginando Sadam Hussein sendo enforcado e, ao invés de suplicar perdão, tirando uma selfie para a posteridade.

Fui a muitos lugares e vivia com a câmera a tira colo, mas voltei no tempo e percebi que tenho memorias incríveis sobre minha vida, e elas estão na minha mente, e quando as relato, passo para as pessoas o que vivi, na minha ótica, no meu jeito de ser, e isso faz a pessoa montar o seu cenário. Hoje não, basta tirar uma foto e pronto, todo mundo verá o laranja do sol as 17 horas.

Dificilmente isso irá mudar ou melhorar, pelo contrario, a tendência é piorar, pois as pessoas se deixam levar pela moda, e não percebem que uma máquina pode estar tomando o lugar delas no dia a dia.

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É legal expor o que pensamos, eu já fiz a minha parte e você está fazendo a sua agora, e eu agradeço.